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Ed. Física Escolar

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Somos professores de Educação Física da Rede Municipal de São Miguel Arcanjo e Assistente Técnico Pedagógica de Educação Física ( Oficina Pedagógica )

02/06/2011

Linguagem Corporal- Movimento- Corpo Humano

Educação Física- Linguagem Corporal 1º  e 2º Ano

EMEF" JOSÉ GOMIDE DE CASTRO" 
Trabalho: Corpo Humano 1º Bimestre
Professor: Neivaldo Seabra
O trabalho com a linguagem corporal no primeiro e segundo ano,é muito importante, pois possibilita aos alunos terem, desde cedo, a oportunidade de desenvolver habilidades corporais e de participar de atividades culturais como jogos, brincadeiras, com finalidades de desenvolvimento físico, lazer, expressão de sentimentos, afetos e emoções. Ao ingressarem na escola, as crianças já têm uma série de conhecimentos sobre movimento, corpo e cultura corporal, frutos de experiência pessoal, das vivências dentro do grupo social em que estão inseridas e das informações veiculadas pelos meios de comunicação. Dentro da escola, a partir de agora, as crianças terão que ressignificar seus movimentos e atribuir-lhes novos sentidos, além de realizar novas aprendizagens.Mesmo sendo o (a) professor (a) quem desenvolve as propostas e conduz o processo de ensino e aprendizagem, neste período, ele (a) deve elaborar sua intervenção de modo que os alunos tenham escolhas a fazer, decisões a tomar, problemas a resolver, assim os alunos podem tornar-se cada vez mais independentes e responsáveis.
A maneira de brincar e jogar sofre uma profunda modificação no que diz respeito à questão da sociabilidade. Ocorre uma ampliação da capacidade de brincar: onde as crianças começam a praticar jogos coletivos que envolvam combinados,regras nos quais têm de se ajustar às restrições de movimentos e interesses pessoais. A possibilidade e a necessidade de jogar junto com os outros, em função do movimento dos outros, passa pela compreensão dos combinados e um comprometimento com elas. Isso é algo que leva todo o primeiro ciclo para ser construído. Significa, também que o(a) professor(a) deve discutir o sentido de tais combinados, explicitando quais são suas implicações nos jogos e brincadeiras.
Nos casos em que houver desentendimentos, é importante lembrar como as regras foram estabelecidas e quais suas funções, tentando fazer com que as crianças cheguem a um acordo. Caso isso não ocorra, o professor pode assumir o papel de mediador ou de “juiz”, explicitando que essa é uma forma socialmente legítima de se atuar em jogos, e então mediar uma decisão coletiva ou decidir por ele próprio. É essencial que, em situações de conflito, as crianças tenham no adulto uma referência externa que garanta o encaminhamento de soluções.
Todas as crianças sabem pelo menos uma brincadeira ou um jogo que envolva movimentos. Esse repertório de manifestações culturais pode vir de fontes como família, amigos, televisão, entre outros, e é algo que pode e deve ser compartilhado na escola. É fundamental que o aluno se sinta valorizado e acolhido em todos os momentos de sua escolaridade e, no primeiro ano especialmente, em que seus vínculos com essa instituição estão se estabelecendo, o fato de poder trazer algo de seu cotidiano, de sua experiência pessoal, favorece sua adaptação à nova situação.
Objetivos: 
  • Movimentar o próprio corpo;
  • Desenvolver habilidades motoras;
  • Valorizar a atividade corporal;
  • Conviver com o outro e com a diversidade;
  • Desenvolver aspectos de cooperação e solidariedade (sem discriminar os colegas pelo desempenho ou por razões sociais, físicas, sexuais ou culturais); 
  • Promover desmistificação da brincadeira “de menino” e “de menina”;
  • Conhecer, valorizar, apreciar e desfrutar de algumas das diferentes manifestações de cultura corporal presentes no cotidiano;
  • Resgatar e valorizar brinquedos e brincadeiras de épocas diferentes;
  • Adquirir a auto- confiança  e desenvolver o bem-estar.

Movimento:
  •        Movimentar-se e expressar-se através da dança, brincadeiras, relaxamento e movimentos em geral;
  •        Propor atividades de caminhar,correr, pular, saltar e outros
  •        Desenvolver dinâmicas;
  •        Conhecer e identificar sensações e limites do corpo.
Algumas definições

Brincadeira
A brincadeira refere-se ao comportamento espontâneo nos aspectos físicos, sociais e cognitivas ao realizar uma atividade das mais diversas manifestando a alegria e o senso  de  humor.  A brincadeira  é  prazerosa,  divertida e muitas vezes voluntária.  Ela não é obrigatória, mas escolhida livremente pelos participantes, requerendo o envolvimento ativo dos participantes.  
Jogo
O jogo envolve certas regras, estipuladas pelos próprios participantes sendo uma atividade voluntária, realizada dentro de certos limites de tempo e de lugar, segundo uma regra livremente consentida, mas imperativa, provida de um fim em si, acompanhada de um sentimento de tensão e de alegria e de uma consciência de ser diferente do que se é na vida normal. Na criança, o jogo é, antes de tudo, prazer.

Propostas de atividades para crianças de 5 a 6 anos:





Exploração de jogos para enriquecer o vocabulário e desenvolvimento físico e motor;
Atividades para criação de hábitos de respeito às regras;
Jogos coletivos para intensificar atitudes de integração, visando a adaptação da criança à realidade.                

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